Treinamento Aeroporto de Viracopos – Formando Analistas de Logística

Já se sabe fielmente a vantagem competitiva em se trabalhar de forma integrada com fornecedores e clientes para uma gestão de cadeias de suprimentos. Atividade a qual permite maior eficiência em prazo de entrega, minimização de estoques e maior confiabilidade em qualidade, consequentemente diminuição de custos logísticos em toda a rede.

Dentro desta importância, o Aeroporto de Viracopos nos dias 17 e 18 de Setembro de 2013, participou de um treinamento ministrado por Renato Binoto, junto a SLE consultoria de Joinville, para formação de analistas de logísticas, dando a importância a gestão por processos na operação e desembaraço de cargas.

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A compreensão desta prática não é simples. Tanto no aspecto global da cadeia quanto individual, os conflitos e dificuldades são pertinentes a um processo colaborativo e a coordenação das ações através de um comitê liderado pela empresa foco onde o governante pode contribuir para o sucesso do relacionamento na cadeia.

A partir desta complexidade de integração, que surgiu o papel do Analista de Logística, que tem por responsabilidade dar suporte às empresas interessadas em viabilidade econômica e funcional de processos logísticos para eficiência de atendimento ao sistema logístico do fornecedor inicial ao cliente final.

Para toda esta complexidade da cadeia logística é primordial o comprometimento dos profissionais de logística, seguida da chave do negócio, que é o fluxo de informação entre os integrantes. Uma possível solução para a complexidade do problema é de se trabalhar em redes de colaboração logística. Neste artigo será possível identificar alguns passos importantes para a criação de uma rede de colaboração logística.

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Tudo isso se resume ao transporte onde o mesmo representa o elemento mais importante do custo logístico na maioria das empresas e tem papel fundamental na prestação do Serviço ao Cliente. Do ponto de vista de custos, Nazário (In: Fleury et al., 2000:126) afirma que o transporte representa, em média, cerca de 60 % das despesas logísticas.

Ele pode variar entre 4% e 25% do faturamento bruto, e em muitos casos supera o lucro operacional. Dessa forma, iniciativas como a intermodalidade (integração de vários modais de transporte) e o surgimento de operadores logísticos, ou seja, de prestadores de serviços logísticos integrados, apresentam relevante importância para redução dos custos de transporte, pois geram economia de escala ao compartilhar sua capacidade e seus recursos de movimentação com vários clientes.

Perante esta abordagem, torna-se clara a viabilidade logística e qualidade de transporte apenas quando se tem uma infraestrutura adequada de transportes. Essa problemática vem gerando ano a ano aumento de custo de produto onde quem paga a conta é o consumidor final, e ainda, tira o Brasil da briga de preços a produtos globalizados.

Por: Renato Binoto

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